Você que já passou por alguma situação engraçada, constrangedora, curiosa e até de uma venda ou compra difícil.
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Basta citar os fatos ocorridos que nossa equipe desenvolverá sua história, e logo você verá sua história publicada em nosso site.
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11/06/2009
| luciano alves
História:
A minha hitória de corretor é a seguinte: um dia esta de plantão no escritório quando ligou uma mulher aparentando pela voz ser de meia idade e me disse que tinha interesse em comprar uma casa num determindado condomínio, depois de alguns minutos e explicações ela me disse que gostaria agendar um visita ao loca, dias depois quando cheguei lá, ela e seu esposo já me aguardava e foram logo me dando uma bronca pois eu tinha me atrasado 5 minutos, bem quando entramos foram logo colocando vários defeitos dizendo que a casas era pequena que o padrão construtivo era ruim depois de várias tentivas de argumentar ví que o jeito era oferecer um outro imóvel de padrão mais alto, foi quando fiz a seguinte pergunta vcs estão dispostos a pagar até quanto por uma casa, foi para minha surpresa que ouví a seguinte frase, não temos no momento nada mais um dia teremos o que sabemos é que quando tivermos condições de comprar vamos querer algo melhor do esta casa. luciano alves
28/05/2009
| Paulo Cásar de Souza Sampaio
História:
BOA TARDE
MINHA HISTÓRIA É SOBRE MINHA PRIMEIRA VENDA.
COM MENOS DE UM MÊS DE TRABALHO E AINDA MUITO INESPERIANTE MAIS COM MUITA FORÇA DE VONTADE O QUE MARCOU MINHA CARREIRA, ME VI EM UMA SITUAÇÃO DIFÍCIO PARA CONSEGUIR MOSTRAR UM IMÓVEL QUE FOI VENCIDO COM DETERMINAÇÃO.
NO ANO DE 1996 NO MÊS DE OUTUBRO ESTAVA EU NA SEDE DA IMOBILIARIA TERRA & TETO QUANDO APARECEU UMA CLIENTE INTERESSADA EM UM APARTAMENTO QUE PERTENCIA A PRÓPIA IMOBILIARIA E QUE ESTAVA PASSANDO POR UMA REFORMA PARA SER VENDIDO POR UM PREÇO ATÉENTÃO BEM EM CONTA E ME LEMBRO BEM ERA R$ 15.000,00 SÓ QUE SUA LOCALIZAÇÃO NÃO ERA DAS MELHORES PORQUE ELE FICAVA EM CIMA DE UMA PADARIA NO SEGUNDO ANDAR TENDO COMO VIZINHO DO LADO DIREITO O CEMITÉRIO E DO LADO ESQUERDO O NECROTÉRIO E CAPELA PARA VELÓRIOS.
BOM A CLIENTE APARECEU NA IMOBILIÁRIA POR VOLTA DAS 12:00 HS E SÓ PODERIA VER NAQUELE HORÁRIO POIS ESTAVA DE VIAJEM MARCADA PARA TARDE, COMO EU SABIA QUE TINHA UM CORRETOR QUE TAMBÉM TINHA UM INTERESSADO NÃO QUIZ PERDER TEMPO E ME COLOQUEI A DISPOSIÇÃO PARA LEVA-LÁ NO IMÓVEL NAQUELE HORÁRIO, AI COMO ESTAVA SEM CARRO PORQUE HAVIA VENDIDO O MEU FALEI SE PODERIAMOS IR NO DELA. SENDO QUE ELA TAMBÉM ESTAVA A PÉ.
1º INCONVENIENTE TIVEMOS QUE IR A PÉ A UMA DISTANCIA DE APROXIMADAMENTE 3 KM DE BAIXO DE UM SOL DE RACHAR.
2º INCONVENIETE CHEGANDO LÁ SUBI A ESCADA E COMO EU SÓ ESTAVA DE POSSE DA CHAVE DA PORTA DA SALA TENTEI ENTRAR QUANDO ME DEPAREI COM OUTRA SITUAÇÃO CONSTRANGEDORA POIS A PORTA ESTAVA FECHADA COM UM TRINCO POR DENTRO E OS PEDREIROA NÃO ESTAVAM NO LOCAL POIS TINHAM SAIDO PELA PORTA DA COZINHA.
3º COMO ENTRAR? DECIDI DESCER A ESCADA E FALEI PARA A COMPRADORA FICAR AGUARDANDO NA PORTA DO APARTAMENTO POIS IA TENTAR ACHAR O PEDREIRO.
4º NÃO ACHANDO ELE EM NENHUM LUGAR DA REDONDEZA RESOLVI IR ATRAS DO PRÉDIO QUANDO TIVE UMA IDEIA:
TINHA UMA PEQUENA JANELA DE 50X50 NO SEGUNDO ANDAR E EU PODERIA TENTAR ESCALAR PARA CHEGAR LÁ E ENTRAR E ABRIR O TRICO.
IMEDIATAMENTE ESCALEI O MURO DO CEMITÉRIO QUE TINHA QUASE 3 METROS PULEI EM UMA GRADE DA JANELA E FUI ESCALANDO PINDURADO QUE NEM UM MACACO E CONSEGUIR ALCANÇAR A ABERTURA DO SEGUNDO ANDAR E LOGO EM SEGUIDA CONSEGUI PULAR PARA DENTRO DO APARTAMENTO ABRINDO A PORTA E MOSTRANDO O IMÓVEL.
QUAL FOI MINHA SURPRESA AO TERMINO DA APRESENTAÇÃO ELA ME DISSE QUE TAVA FECHADO O NEGÓCIO E QUE IRIA DAR UM SINAL NAQUELE MOMENTO.
FOMOS PARA A IMOBILIARIA A PÉ POR MAIS 3 KM E CHEGANDO LÁ ASSINAMOS UM RECIBO DE SINAL PARA PROVIDENCIAR A ESCRITURA DEFINITIVA.
BOM ESTA FOI A HISTÓRIA DA MINHA PRIMEIRA VENDA, SENDO QUE HOJE JÁ PASSEI DA MILÉSSIMA.
GRANDE ABRAÇO PROFESSOR
PAULO SAMPAIO
RESENDE - RJ
23/04/2009
| antonio neri camelo
História:
digo 29a DP, na qual ficamos a espera do supervisor da loja, para que ratificasse o nosso depoimento e pudessemos ser liberados.
Tiveque levar os velhinhos em casa, mudar de roupa e ainda tomar uma bronca para aprender a examinar melhor os laudos antes de partir para mostrar imovel.
Coisas da Vida...
A.N.Camelo
23/04/2009
| antonio neri camelo
História:
Amigo Ary
Vai mais uma para o teu acervo:
Estava eu sustentando uma pilastra na entrada da loja e dando uma alegria para a Souza Cruz quando fui chamado para um atendimento na loja.
Em entrando deparei-me com um casal de velinhos, daqueles dignos de filme americano, procurando uma casa anunciada como "boa, bonita e barata, situada em local tranquilo eseguro, com farta condução e comercio alem de ter a documentação cristalina."
Apos as apresentações de praxe, do cafezinho e da agua gelada, dei uma rapida olhada na ficha do imovel e colocando o casal de velhinhos no meu carro, partimos para ver a tal preciosidade, porsinal proxima da loja.
Em lá chagando dei de cara com uma casinha simples, situada no fundo de terreno, em bom estado,tendo na frente outra casa,sendo que para chegar a casinha atravessava-se uma pequena servidão de aproximadamente 20 metros de extensão a qual praticamente escondia parte do imovel.
Como estava com a chave abri o portão e adentramos gloriosamente para mostrar a verdadeira "joia".
Eis porem que de repente ao terminarmos adita servidão, demos de cara como uma tremenda negona, apenas de calcinha e soutiens, regando alegremente um pequeno jardim, aqual ao nos ver desandou a gritar desesperadamente que sua residencia estava sendo invadida, chamando a atenção de toda a vizinhança. Ao mesmo tempo em que procurava uma roupa, dirigia contra nos o jato de uma poderosa mangueira que não tardou a deixar-nos completamente ensopados. Tentei explicar a situação e foi pior, pois a senhora gritava que a casa era dela e já havia sido vendida por uma imobiliaria que era uma bagunça.
Sem alternativa e completamente molhados, batemos em retirada que seria conmcretizada se não houvesse uma patrulha chamada pelos vizinhos, na porta do imovel a qual apesar de todos os protestos, conduziu-nos compulsoriamente à 29 DP, na qq
17/04/2009
| antonio neri camelo
História:
No que refere-se ao correto uso de terminologia imobiliaria, ao iniciar-me em emu estagio em uma das mais importantes imobiliarias, escutei de uma colega ao ladfo, que "supostamente" dava atendimento as seguintes "perolas:
"Fica tranquilo dotô que já arrumei a "ânus real" e o imovei é um "formol de pastislha" que ja vai pro rigistro.Pode sossegar que não é germinado, não da pra ver as favelas e eu procurei mas não achei o laudemio. Mas se for necessario a gente arruma. Confia em mim doto...
10/04/2009
| Antonio Marques
História:
Um senhora ligou para a imobiliária e desejava maiores informações sobre um imóvel/casa.
Logo de início, após nos apresentarmos por telefone, ela me perguntou:
_Senhor Marques, esta casa tem jardim?
Eu respondi:
_Tem sim, nos fundos da casa tem um lindo jardim. A senhora ficará encantada com o jardim.
Em seguinda dei a ficha completa do imóvel e a convidei para agendarmos um horário para que ela conhecesse o imóvel.
Chegando na casa, ela entrou e foi direto para os fundos.
Chegando lá, olhou para mim espantada e me perguntou:
_Mas o senhor disse que a casa tem jardim. O que eu vejo aqui é um quintal todo cimentado. O senhor tem certeza que é este o imóvel que combinamos de visitar?
_Claro que tenho! O que é necessário é tirar este cimentado, plantar uma grama de boa qualidade, muitas flores e a senhora terá o melhor jardim. O que acha?
Ela sorriu para mim e disse:
_O senhor tem razão.
Por fim, fez uma proposta e a mesma foi aceita pelo vendedor.
Alguns meses depois, fazendo o pós-venda, voltei na residência para fazer uma visita a cliente, e vi um lindo jardim construído no fundo da casa.
Me ofereceu um café e disse que estava muito feliz naquela casa. Que tinha realizado o seu grande sonho.
24/03/2009
| luiz carlos do nascimento
História:
Estava trabalhando num stand em Angra dos Reis, eu e outro corretor que representavam uma Imobiliária local e 02 corretores da Julio Bogoricin. Já se faziam 06 meses de trabalho, e depois de comer o filé, estávamos roendo o osso, o stand era um dormitório de tanto tédio. Aparece derrepente um casal, minha vez de atender, o rapaz mandou ela escolher 02 apartamentos, a turma da Julio queria me matar, fechamos o negócio com o respectivo cheque, e fui para a galera.
No outro dia, fui chamado na Empresa e conheci o pai do comprador, que pediu mil desculpas, e peguntou: Ele estava com alguma namorada? ele adora se mostrar. Quase torci o pescoço dele, mais amigo do dono da Imobiliária,distribuidor de colchões, ficou o dito pela não dito. Pior foi voltar para o stand e encarar a gozação.
20/03/2009
| Moisés de Pontes Lima
História:
O telefone tocou, ao atender recebi a solicitação do cliente que me disse:
-O senhor tem um apartamento para alugar no edifício x?
-Sim, é um apartamento de 01 dormitório, 5º andar, com armários embutidos, vista para nações unidas , terraço, área de serviço completa,inclusive maquina de lavar roupa e de secar.
-O valor do aluguel é X.
-Muito alto esse valor, poderia me oferecer um desconto de 50 reais? Se conseguir o desconto eu fecho a locação, disse o cliente.
-Ótimo!Vamos propor ao proprietário o pagamento antecipado de 01 ano de aluguel, se me autorizar essa proposta posso conseguir o desconto pretendido pelo senhor.
-Ok, Se o Proprietário aceitar o valor com desconto, eu pago 01 ano antecipado.
-Perfeito, retorno a sua ligação. Seu numero de telefone é?
...Minutos depois eu já tinha a autorização para oferecer o desconto ao cliente, e ao retornar a ligação confirmei o valor pretendido pelo cliente e disse ao mesmo a seguinte frase:
-Senhor tenho a autorização para alugar o apartamento pelo valor total de R$5.000,00 anualmente. Fechado?
-Sim. Mostre o apartamento à minha filha e elabore o contrato em nome dela, depois venha buscar o cheque em minha empresa.
Após mostrar e receber o ok da filha do cliente, elaboramos o contrato e fomos levar para aceite e recebimento do valor anual do aluguel, na hora do cliente preencher o cheque eu disse a ele:
-Senhor, estive pensando em lhe propor a compra Desse apartamento , o que acha de preencher um zero a mais nesse cheque e comprar o apartamento?
O cliente deu risada e disse:
-Se o proprietário aceitar o valor X eu compro o apartamento.
Imediatamente retirei a proposta de compra de minha pasta, e ali no escritório do cliente formalizei a proposta de venda que foi aceita pelo proprietário e o negócio foi fechado.
Esse cliente ao final de 01 ano tinha me comprado 33 apartamentos, incluindo aquele que foi objeto de seu telefonema.
Bendito Telefonema!
13/03/2009
| neide gracia
História:
fui procurada por um senhor chinês para uma consulta:
,ele me disse:
eu complo apartamento mas sepalo no carta , minha mulher muito esperta , agola quer vender apartamento , minha mulher muito esperta, quer metade do apartamento ?
então eu disse :
o senhor precisa trazer os documentos que vou verificar se ela tem dreito a metade do apartamento.
ale respondeu:
non , non nonligo dar metade pro ela.
então eu perguntei: se o Sr não liga dar metade para ela qual é o problema?
não quero ver o cala dela , não quero ver o cala dela .
neide gracia 11 37663551 alegriaimoveis@gmail.com
06/03/2009
| Roseli Stafski
História:
Prezados colegas,
Ao longo dos anos de trabalho, tenho vivido algumas histórias engraçadas, outras constrangedoras, as vezes curiosas, e principalmente dificeis, sendo que algumas ficaram gravadas em minha memória, como essas duas que estou relatando!
Irei iniciar com uma história ocorrida há mais menos 12 anos, na Capital em S.Paulo, onde eu era sócia gerente de um escritório localizado no Jardim Europa ao lado do Shopping Iguatemi.
E naquela ocasião surgiu a oportunidade para eu realizar um grande negócio, envolvendo quatro grandes empresários;
O primeiro personagem dessa história, era e continua sendo um médico, proprietário de um dos maiores laboratórios da Capital com filiais em outros estados, e também proprietário naquela época de um apartamento duplex com 900 m2 de a.c., uma verdadeira (mansão suspensa), localizado ao lado do nosso escritório e que nós trabalhavamos a venda, porque ele pretendia comprar outro apartamento no condomínio onde ele já morava, também ao lado do nosso escritório;
O segundo era e continua sendo o proprietário de uma das maiores construtoras da Capital, envolvido também nessa questão, porque a obra do duplex ainda estava em fase de construção, e além do valor de venda do proprietário da unidade, existiam tambem os valores com a construtora;
O terceiro um banqueiro que pretendia comprar a (mansão suspensa), o duplex de propriedade do médico;
O quarto envolvido também um grande empresário e fazendeiro, proprietário do suco de laranja da marca "Cutrale", que naquela ocasião morava em Orlando, e era o proprietário de um apartamento, também verdadeira (mansão suspensa) que nós trabalhavamos a venda, localizado dentro do mesmo condomínio onde residia o médico que pretendia vender seu duplex para o banqueiro, para comprar mais esse apartamento.
Aparentemente estava tudo perfeito, e eu feliz iniciei o meu trabalho de negociação.
E como já era de esperar, os vendedores se mantinham inflexiveis com referencia aos valores de venda por eles determinados, da mesma forma o comprador, talvez por ter comprado comigo o apartamento para sua residencia, encontrava-se bem entrosado com os valores de venda daquela região!
Muito bem, negociar com os proprietários que moravam na Capital não era tão difícil, pois meu contato era direto com eles.
Mas com o empresário que morava fora, era muito complicado pois eu só conseguia falar com os assessores dele, que claro que nunca me deixavam falar diretamente com ele!
E por esses motivos as negociações iam de mal a pior, nunca conseguiamos chegar a um acordo.
O proprietáiro do escritório do qual eu era sócia, um engº que dedicou parte da sua vida ao ramo imobiliário não via nenhuma probabilidade de realização, ninguém via, ele proprio chegou a sugerir que eu desistisse do negócio, mas eu sentia o desejo de continuar.
Foi quando pensei em sugerir uma reunião entre o médico (vendedor) e o banqueiro (comprador), deixando um pouco de lado a outra transação com o empresário de Orlando!
E a reunião aconteceu, mas sem nenhuma novidade, pois eles continuavam irredutíveis, não arredavam pé dos valores! o que fazer?
Alguns dias depois, novamente tentei fazer contato com o vendedor que morava em Orlando, e que surpresa!
Dessa vez não fui atendida pelos funcionários de alto escalão, mas por um funcionário bem simples, que deu pra eu notar pelo modo dele atender o telefone e com toda simplicidade informou, que o patrão estava almoçando.
Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo, era a minha grande chance, então pedi à ele que levasse um recado, eu precisava falar urgente com o patrão dele sobre um assunto muito importante.
O funcionário retornou dizendo que o patrão pediu para eu ligar um pouco mais tarde!
Quando eu liguei prontamente ele me atendeu, conversamos bastante, também rimos muito por conta das dificuldades criadas até então, e agora estávamos alí, ele que já me conhecia de nome, mas que não havia dado muita importância as minhas propostas, porque achava que eu poderia estar blefando, e eu extasiada...
E essa nossa conversa foi providencial, não tenho dúvidas, consegui fechar com ele um valor diferente daquele que sempre foi insistido anteriormente!
Quando desliguei o telefone meu sócio chegou, pedi à ele para elaborar uma nova proposta para eu apresentar aos envolvidos, ele queria saber o que eu estava planejando, pois afirmou novamente que não via mais nenhuma chance desses negócios acontecerem, mas eu não espondi, apenas "ordenei" no bom sentido (rs, rs,) que ele escrevesse o que eu iria ditar.
Em seguida liguei para a casa do médico e com toda firmeza não perguntei se ele poderia me atender, mas afirmei que estava chegando a sua residência para tratar de um assunto urgentíssimo, ele riu, e perguntou se era uma emergencia médica?!!
Meu sócio ficou apreensivo, não entendeu o que eu estava planejando, mas ficou tão feliz quanto eu, quando graças a Deus consegui fechar com as partes envolvidas, da forma que todos ficaram satisfeitos!
Após o fechamento, que foi realizado no Hotel Sheraton em S.Paulo, eu estava ao lado do construtor e do banqueiro que já eram meus clientes, quando ouvi feliz o comentário que o construtor fez com o banqueiro;
Construtor - tenho certeza que se a Roseli não tivesse entrado nesse negócio nós não estaríamos agui;
Banqueiro - é, ela é uma grande fechadora!!!
Roseli - respondi que graças a Deus havia conseguido, sozinha teria sido impossível.
A segunda história aconteceu aqui no Rio na Barra da Tijuca no Condomínio Atlântico Sul, há mais ou menos 6 anos!
Eu fui indicada a uma proprietária de um apartamento localizado nos blocos frontais do cond. acima mencionado, que estabeleceu alguns critérios para a venda, um deles é que eu jamais apresentasse o apartamento na 2ª feira, principalmente no período da manhã, pois ela ficava sem empregadas no final de semana e com filhos adolecentes, a casa virava um horror!
A primeira proposta que apresentei à ela, foi de um morador do mesmo cond., de outro bloco, oferecendo um valor bem abaixo do que ela pretendia!
Mas na qualidade de intermediária, eu até poderia, mas achei que não deveria deixar de apresentar a proposta indecente, com a expectariva de conseguir uma contra-proposta, até porque sempre parto do principio que perguntar não ofende...
Infelizmente não foi o que aconteceu, ela ficou tão irada, que gesticulou com o dedo no meu nariz, que eu nunca mais voltasse com proposta semelhante àquela, porque ela seria obrigada a me colocar pra fora da sua casa!!!
Eu me senti na obrigação de pedir desculpas, e foi o que eu fiz, disse à ela que não foi minha intenção ofende-la, mas conversar, para juntas quem sabe encontrar uma solução para a oferta do meu cliente comprador.
Passado algum tempo, num domingo a noite me liga uma cliente interessada em comprar Atlântico Sul, blocos frontais, e contou que foi indicada à me procurar e sabia que eu tinha um apartamento que poderia interessar, mas fez uma exigencia queria visitar na 2ª feira de manhã, ai socorro, pensei! e agora?!
Lá vou eu, situação constrangedora, eu tremendo e já imaginando o que a proprietária iria falar, 2ª de manhã Roseli!
Mesmo assim Graças a Deus mais uma vez criei coragem e liguei apresentado a nova situação...
Iniciei a conversa já me desculpando por estar quebrando normas, e coloquei-me a disposição para auxiliar...
Para minha surpresa depois de esperar um pouco ao telefone, ela autorizou!!
E nesse momento ao escrever me emociono, parece irreal essas minhas histórias, mas todos os personagens graças a Deus continuam vivos para testemunhar.
A cliente colocou uma série de objeções para fazer a proposta, mas fez, e dessa vez consegui fechar!
Agora iniciava uma nova fase, iriamos fazer a escritura, mas ela a vendedora já estava com o prazo pré estabelecido para entregar o imóvel e não tinha para onde ir!!
Nesse ínterim, surgiu uma curiosidade, a documentação do apartamento que estava sendo vendido continha problemas que nem mesmo os proprietários conheciam, e era muito dificil consertar e mais uma vez, graças a Deus, o advogado dos compradores conseguiu resolver tudo, ufa!
Mas encontrar o apartamento ideal para a minha cliente vendedora morar estava difícil.
Pois ela havia se apaixonado por um determinado apartamento menor dentro do mesmo condomínio, e agora o proprietário resolveu que não iria mais vender, a menos que ela pagasse exatamente o que ele pretendia!
E a minha cliente, voltava dos blocos onde estão os apartamentos menores, para o seu bloco frontal bufando de raiva, e eu sempre pedia que ela mantivesse a calma, pois eu tinha fé que o melhor iria acontecer!
Mas parecia que pouco adiantava, as vezes eu tinha a sensação que ela me achava muito simplória!
E mais uma vez a minha confiança em Deus me ajudou a realizar mais essa transação conturbada!
E no dia do fechamento, no ato das lavraturas das escrituras de venda e compra realizadas no apartamento dela (vendedora), quando o cartório foi parabenizá-la, ela me surpreendeu e com certeza a todos que estavam presentes.
Ela disse, se tem alguém aqui que deve ser parabenizada, esse alguem é a Roseli!!! Quase morri de vergonha.
Ela me presenteou com um bélissimo arranjo de flores que guardo até hoje, e um cartãozinho contendo a seguinte dedicatória:
Roseli,
Sua fé, determinação e persistência tornaram
possível essa missão quase" impossível.
Parabéns pela competência e tranquilidade.
Muito obrigada
Beijos
05/04/2002
Depois de muito tempo, o cartãozinho já bem surrado, mandei plastificar e o guardo até hoje.
No domingo passado eu estava dentro do condomínio conversando com uma moradora, quando ela ia passando ficamos felizes de nos encontrar.
Sinto-me honrada em poder prestar esse testemunho não com o íntuito de ser honrada, mas com o desejo de honrar o Nome do Deus do Impossível, que está no controle das nossas vidas.
Mais uma vez obrigada pela oportunidade.
Abraços
Roseli Stafski
A terceira história estranhamente curiosa, constrangedora, estou trabalhando nela há mais ou menos um ano, e tenho certeza que irei realizar mais essa transação dificílima se assim Deus quiser.
Espero que essas histórias verídicas possam servir de incentivo para aquele corretor em início de carreira, ou então para aquele que como eu já está perto da aposentadoria, (rs, rs,).
Abraços a todos
03/03/2009
| Júlio César Pires de Oliveira
História:
Renato
Renato ligou em meu plantão as 20:30 hs. Havia folheado o jornal Estado de Minas e chamou lhe à atenção o anúncio de um lançamento no bairro Pompéia. O que me surpreendeu é que ele pediu informações sobre o imóvel a ser lançado e nem eu bem comecei a informá-lo sobre suas características e ele passou a fazer comentários negativos sobre o mesmo. " Parece ser bem pequeno, não? " "O acabamento é muito ruim" e assim ele foi até 21:15hs. Já cansado de argumentar educadamente comecei a me despedir dele. Então disse a ele que por telefone não teria como mostrá-lo o que tornava aquele empreendimento uma boa opção de aquisição. Ele disse que não tinha como ir até ao local, pois estava com a perna engessada. Eu retruquei: pegue um taxi que eu espero você. Ele perguntou até que horas eu iria ficar... Eu disse até as 22h00hs. Próximo das 22:00 hs chega um rapaz em um taxi perguntando quem era o Julio. Bem, pensei comigo... Esse vai comprar. Dispôs-se a sair este horário, com a perna engessada, de taxi.... Só que ele acentou comigo e continuou a falar mal do empreendimento. Que canseira!!! Passando das vinte e duas horas indiquei que gostaria de ir embora pois estava cansado. Então ele mudou o discurso!!!
Queria adquirir a ultima unidade de frente que tínhamos. Disse a ele que teria que me deixar uma proposta assinada com um cheque de reserva. Mas ele não havia levado seu talão de cheque. Então disse a ele que para não perder o imóvel teria que aparecer as 08:00 hs na porta da empresa e procurar pelo proprietário da mesma. E que não poderia de forma alguma ser outra pessoa. Já que recebo comissão e se outro lhe atendesse eu perderia minha comissão. Aí ele fez o que eu pedi. Eu esqueci que meu ex patrão não chega de jeito algum neste horário. Bem, ligaram para ele explicaram o motivo todo da insistência e ele foi para a loja. Quando foi mais tarde ele me chamou e me contou a seguinte historia. Julio, aquele seu cliente é muito esquisito...Ele comprou a unidade, mas primeiro me fez acordar cedo, porque você havia dito a ele que somente eu poderia atende-lo... e mais esquisito ainda: ele falou mal do empreendimento para mim a manha todinha.
Obs: Esta historia aconteceu comigo 10 anos atrás. Guardo como uma bela historia de corretagem. Nunca me esqueci deste cliente esquisito.
Vcs me disseram que tem uma equipe para corrigir os textos... Fiquem a vontade.
Abraços, Julio Oliveira
27/02/2009
| Luiz Pereira de Souza
História:
Bem, certa vez foi contratado para avaliar alguns imóveis em Lumiar, 5.ºDistrito de Nova Friburgo. Lá chegando percebi um clima tenso entre a Advogada que me contratou e o seu cliente, porém nada comentei. Prossegui na visitação dos imóveis; porém ao chegar em uma casa específica notei que tanto a Advogada quanto o seu cliente, se afastaram do local, me deixando sozinho na visitação dizendo: -" pode entrar, esta vazia; foi o que fiz. Mas ao adentar ao imóvel, fui uspreendido pela moradora, esposa abandonada, que num ímpeto de fúria me persegui portando um fação enorme, aso gritos de " vou te matar", que se fosse o meu reflexo teria realmente me acertada. Mas a mesma partiu em direção ao ex marido que montou em sua moto e quase foi decaptado, aquela, agarrou o seu casaco que foi arrancado do corpo do pobre homem pelo arrancar da motocicleta; não satisfeita voltou subtamente em minha direção, enpunhando o fação e eu quase de joelhos disse: - calma senhora, eu não sei de nada, só fui contratado para avaliar a sua casa - e ela disse em alto e bom som; " avaliar o cassete, some daqui; e eu, como bom entendendor foi o que fiz, dei no pé......
21/02/2009
| Christiane Lelis
História:
ah...por gentileza, no inicio incluir...além de levar um fora fiquei a pé, mas isto nao era ainda o pior...
21/02/2009
| Christiane Lelis
História:
Enviei um texto há pouca mas quero mudar o título:
NO MEIO DO CAMINHO TINHA UMA COBRA, TINHA UMA COBRA NO MEIO DO CAMINHO....
E acrescentar que no momento que vi a cobra, mostrei ao motorista ( por isso ele ficou trememdo )
21/02/2009
| Christiane Lelis
História:
No meio do caminho havia uma cobra.
Há alguns anos atrás, eu trabalhava na Serra da Cantareira todos os sábados ajudando meu pai que tembém era corretor de imóveis. Incialmente trabalhava com um ex namorado que possuía automóvel, mas com o fim do namoro fiquei sem namorado e sem carro, fiquei literalmente a pé.
Necessitava então dos favores dos clientes para ír ao local apresentar os imóveis. Certo dia, uma senhora de 95 anos, resolveu que gostaria de adquirir um terreno em um dos condomínios mais luxuosos da região. Dei uma desculpa, que estava sem carro, e pedi para que ela me pegasse no escritório. No caminho, a simpática senhora me disse: "minha filha, quero morar aqui na Serra, pois estou com um problema cardíaco e o médico disse que não posso ter fortes emoções ou me assustar, de jeito nenhum, pois se me assustar eu morro na hora".A comissão era tão alta que se eu vendesse aquele terreno, acho que quem morria na hora era eu...de emoção.
Bom, chegamos ao local e para adentrar ao terreno tinha um longo caminho a percorrer, era um tipo de asfalto, e lá vinha, eu na frente a simpática senhora e seu motorista atrás de mim.
Começamos a caminhada, bem devagarinho, era meio em aclive. Dois minutos caminhando, para chegar no topo do terreno, a senhora dizendo...puxa...é lindo ( e eu pensando na comissão ! ) que maravilha...mas, de repente o inesperado acontece: no meio do caminho, que era uma estradinha de mais ou menos um metro e vinte centimetros de uma lado a outro, e eu a frente... tinham dois canos, (e a senhora dizendo que nao queria ver mais nada, que aquele era o terreno...).... mas, de repente, sai uma cobra preta, de cabeça triangular ( eu havia estudado no cursinho o que significa a cabeça tringular de uma cobra ) lá estava, a meio metro de mim, e eu lembrando que ela nao podia se assustar, apontei ao motorista para que nao prosseguisse, pois a cobra saia de um cano e entrava no outro lado da estradinha, em outro cano. Imediatamente, nosso percurso passava como um filme...eu me lembrando que se ela se assustasse morreria...e agora? Bom, a solucão foi uma só, dei meia volta e disse à velhinha...Puxa...a senhora me desculpe....vamos voltar imediatamente...o terreno foi vendido e eu me esqueci, vamos voltar...nao está mais a venda, e fui empurrando a senhora pelo caminho inverso da cobra...o motorista dela tremia, quase que tive que empurrar a velhinha e carregar o motorista. Voltamos ao carro e a velhinha dizendo que como podia a corretora nao saber o que faz...pode? é claro que nao contei da cobra nem no carro pois fiquei com medo...nunca mais a vi, nao tive coragem nem de ligar para contar a verdade...e lá se foi minha comissão que hoje chamamos honorários.
21/02/2009
| Júlio Oliveira
História:
Renato
Renato é um tipo de pessoa que não se encontra em qualquer esquina. E foi através de um anuncio publicitário, de um grande jornal, que ele teve acesso ao telefone de meu stand de vendas. Até aqui... tudo bem !!! Muitos clientes chegaram a telefonar e procurar maiores informações sobre o empreendimento. Mas com Renato foi diferente !!! Desde o início da ligação( 20:30hs ) ele questionava a qualidade, a localização, o preço... enfim... ele só ligou para falar mau do empreendimento. E lá para as 21:15hs eu já farto do Renato ( pois não havia argumentação que convencesse ele ) passei a me despedir e dizer que por telefone ele nunca iria perceber porque aquele lançamento era uma ótima oportunidade de aquisição. Então questionei se ele não gostaria de vir até o local( estavamos trabalhando até as 22:00hs ) e ele disse não poder pois estava com a perna quebrada e engessada. Não haveria como dirigir !!! Pegue um taxi, disse a ele. Bem... é inclível, mas perto das 2200hs ele chegou de taxi. Pensei: Esse vai comprar!!! Só q
09/01/2009
| Renato Aurélio da Rocha
História:
Bom, nestes anos todos de profissão vendas de imóveis já me aconteceu de tudo, mas uma que lembro bem é de uma fazenda no Estado do MT, soube por acaso da propriedade, e como tinha um colega na cidade de Sinop, liguei para ele e disse onde ficava a fazenda, distante apenas 600 kms.de Sinop.Incontinenti ele foi até lá, viu onde ficava,os proprietários eram de Santa Catarina, ligamos e fizemos uma autorização para venda por fax.Iniciamos a busca de compradores, em 20 dias encontramos um pretenso comprador em uma cidade de São Paulo, enviamos o relatório e interessou-se pela fazenda.Foi até lá via Sinop, gostou e comprou a fazenda.
Eu até hoje não conheço o vendedor e nem o comprador, foi tudo via internet, lógico que contei coma a ajuda do colega de Sinop.Recebemos a comissão com um desconto de 70%, isto é levamos um calote do vendedor, disse-nos que foi por que ele teve que dar um desconto na propriedade.
Evitei discussão judicial, por que o meu colega de Sinop, precisava de dinheiro.
Essa é uma das histórias mais interessantes que já tive.
Tenho mais uma do Rio de Janeiro (Jacarepaguá), meus clientes tinham um terreno já ha mais de 10 anos para venda, peguei a autorização de venda, procurei um corretor no Rio de Janeiro, e quem era, nada mais nada menos que o famoso ARI TRAVASSOS, até aquele momento era mais um colega de profissão, pois é repetiu-se a história de Mato Grosso vendi sem conhecer o comprador.O Colega ARI, conseguiu a venda do imóvel em 30 dias, pasmem, eu fui ao Rio para conhecer pessoalmente o ARI e ele foi de uma gentileza fantástica, lá o meu dinheiro não valia nada.
Fica evidenciado nestas duas histórias o coleguismo dos corretores e o que eles fazem para somar esforços na venda de um imóvel,mesmo não conhecendo seus colegas e estando as vezes milhares de kms. de distância.
Renato Aurélio da Rocha CRECI 2095-MT